31 de dezembro de 2010

Old year

Hoje é o último dia do ano de 2010!
Tantas coisas aconteceram, tantas coisas que poderiam ter acontecido não se concretizaram, tantos sonhos realizados, outros não, muitas risadas, muito choro, muita saudade, muita expectativa, muuuuuito estudo, muita coragem, muito amadurecimento.
Se for por na balança, pra mim, 2010 foi ótimo!

Espero que 2011 seja cheio de realizações, de aprendizagem, muita paz, saúde e compreensão para todos.

Um ano só é realmente novo se a mudança começar dentro de nós!

Beijos galeeera
amo muito vocês ;@

5 de dezembro de 2010

Para o meu amor

Não da pra negar,
Eu posso decifrar as suas falas e adivinhar os seus carinhos.
Não da pra fingir,
Todo esse seu sorriso e sua fala me surpreende.
Não da pra enganar,
Você tem as minhas medidas, seu abraço é do tamanho da minha saudade.

É, não da pra esconder...
O quanto eu amo você

23 de novembro de 2010

"Lembre-se sempre que não somos seguidores de um fracassado e por isso nessa vida não há motivos para nos acharmos desmotivados, que nada dá certo pois somos seguidores de um vencedor"

27 de outubro de 2010

De todas as minhas vitórias, de todos os meus fracassos, das minhas tentativas e frutrações, aprendi que devo fazer por mim mesma, sem esperar que façam por mim pois esse dia nunca chegará.

De todos os meus sonhos, meus pesadelos e insônias, sei que de todo mal estar surge um bem querer.

De toda minha valentia, de todo meu medo, meus anseios e inseguranças, conclui que melhor do que vencer a guerra é enfrentar o guerreiro dentro de si próprio.

De todo meu coração, amo infinitamente.
De todo meu corpo, chego a exaustão.
De toda minha alma, elevo.

Sei que melhor do que fingir, é ser.
Melhor do que esperar, é fazer.
Melhor do que falar, é ouvir.

Pois sempre que a boca fala, ouvidos escutam.
E se for para ouvir,
que seja a voz do coração.

(Fernanda Brito)

29 de setembro de 2010

O Cronista é um escritor crônico.

O dia iniciou em uma manhã deslumbrante. Meu despertador era o canto dos pássaros que pousavam em minha janela. Uma brisa calma e fria invadia meu quarto, os primeiros raios de Sol aqueciam-o tornando o cômodo aconchegante. Estava na hora de começar um novo dia de tarefas.
Tateei o criado-mudo em busca dos meus óculos de grau, levantei, calcei meu chinelo o qual encontrava-se na beira da cama. Fui guiado para a cozinha pelo cheiro de pão de queijo feito na hora, minha mãe já havia saído mas, como sempre, havia deixado a mesa pronta com o café da manhã.
Tomei meu café e fui para a sala de estar. Quando liguei a televisão o repórter do jornal das 7 horas dizia:
- Hoje é o Dia Internacional do Meio Ambiente. Não se esqueça de trocar os sapatos sociais por botinas e o terno por macacão. Dirija-se para o centro da cidade e plante sua árvore, o meio ambiente agradecerá sua colaboração. No momento são mais de duas mil mudas plantadas!
Como pude esquecer-me desse evento? Finalmente o mundo estava tomando atitudes ecológicas e eu ainda estava de pijamas! Corri para meu quarto e troquei de roupa, imediatamente. Peguei minha bicicleta e fui para o centro.
No percurso notei que, assim como eu, todos estavam guiando uma bicicleta, não havia carros na rua, não havia fumaça, nem metrô, nem ônibus atrasado e a sintonia do trânsito estava perfeita. Parecia não haver poluição no ar, todos estavam felizes e eu não podia conter o sorriso em meu rosto.
Logo que avistei um canteiro para plantar minha mudinha, parei. Plantei-a com todo amor e carinho, todos faziam o mesmo. Uns regavam-na e outros cantarolavam de alegria. Tudo corria bem por ali, não havia buzinas, pedintes ou tumulto, apenas o ideal de ter um mundo sustentável reinava.
Eu sempre fui o tipo de pessoa a qual acredita que quando algo vai bem, algo de ruim está prestes a acontecer e isso se solidificou. Quando menos esperava, minha plantinha teve um súbito crescimento, cresceu um metro, dois metros, três metros, trinta metros e numa atitude inesperada capturou-me em seus "braços" e arremessou-me para longe.
Nesse instante, acordei ofegante no sofá da minha casa com o despertador do meu celular tocando. O dia estava absurdamente quente, minha asma estava atacada e, para piorar, não conseguia encontrar meu remédio. O cheiro de borracha queimada guiou-me para o banheiro, escovei os dentes, lavei o rosto e vesti terno e gravata. Estava atrasado para o trabalho. Não tive tempo de assistir ao telejornal para ver qual estrada não deveria tomar para chegar mais rápido ao escritório. Fui de carro.

Por mim, Fernanda Brito

Sustentabilidade, o substantivo da vez

Mais do que na hora de voltar a postar aqui! Já estava com saudades. Com toda essa correria de estudar pro vestibular, meu tempo pra navegar na internet encolheu-se 80% e acabou que meu blog ficou meio abandonado.
Maaas, as pontas dos meus dedos começaram a formigar e eu tive que driblar meus estudos pra vir escrever aqui -afinal, escrever é um dos melhores exercícios para a mente-

Ontem no cursinho, durante a aula de geografia, tivemos uma discussão bem legal sobre
sustentabilidade. É um tema difícil pra debater e ter uma opinião completa, por essa razão não vou expor meu pensamento, até mesmo porque ainda não o concluí.
Mas, vendo que o primeiro turno das eleições será nesse domingo próximo e uma das nossas candidatas à presidência, Marina Silva, prega tanto essa chamada "sustentabilidade", vale a pena pensarmos um pouquinho sobre o assunto:
1º) Capitalismo e Desenvolvimento sustentável podem existir, concomitantemente?
2º) Quais medidas devem ser tomadas para que as grandes indústrias pensem em utilizar fontes renováveis de energia?
3º) Como desenvolver uma economia a qual não destrói e é cautelosa com o meio sem retardar os investimentos, a produção e a rápida geração de energia e consumo?

Nesse post vou deixar um vídeo que eu achei bem legal. É bem curtinho, simples e a mensagem a ser transmitida é fantástica, o vídeo é da WWF.




Beijocas a todos e reflitam!!!
Ah, já estava esquecendo:
Galera, votem com responsabilidade!!! Analisem os candidatos!!!

18 de setembro de 2010

1 de agosto de 2010

I GOT THE FCE !!!
Glad of myself, the best feeling

Classes come back tomorrow, go go go studies

11 de julho de 2010

5 de julho de 2010

Sobre a Copa

Consegui o texto! Por sorte minha mãe deixou gravando o Fantástico ontem mas o texto também já caiu no site da Globo.
Foi o Tadeu Schmidt quem leu, como não teve créditos ao autor acho que foi ele mesmo que escreveu.
Vamos lá

A pior coisa depois da eliminação é o sentimento de culpa. Para os jogadores, é compreensível. Mesmo que não tenham sido culpados, eles estavam lá.
E o que acontece nesses campos se multiplica infinitamente. Ele perdeu o pênalti mais importante da história do país. Ele errou o chute mais importante da história do continente. Ele se atrapalhou, perdeu a cabeça, ficou marcado.
Todos se dedicaram ao máximo, com as melhores intenções. Queriam tanto vencer. Deram o melhor que tinham. Mas vão ficar marcados pelo pior.
E os torcedores nessa história? Quantos não estão se sentindo um pouco culpados também? "Se eu não tivesse mudado de lugar. Se eu tivesse vestido minha camisa da sorte. Se eu não tivesse parado de gritar".
Sintam-se todos absolvidos. Vocês não tinham o que fazer. Talvez o pensamento positivo tenha algum efeito, mas seria facilmente anulado pelo pensamento positivo da torcida adversária.
Porque fulano é pé-frio, beltrano é pé-quente. Bobagem. Somente a soma de todos, no estádio, gritando, poderia inflamar o time e ter algum efeito. Mesmo assim, sem garantia de sucesso. Mesmo assim, ainda dependeria dos jogadores.
O indivíduo, o torcedor é refém do jogo de futebol. Talvez, por isso, torcida seja tão parecida com desespero.
Não adianta colocar a cueca da sorte, ficar na posição em que saiu o primeiro gol, rezar. Você acha que um pai iria torcer por um filho para ver o outro perder?
O jogo vai ser decidido dentro de campo e a gente não pode fazer nada para mudar o resultado. Assim como os próprios protagonistas do futebol só vão ganhar ou perder pelo que fizerem naqueles minutos, entre o pontapé inicial e o apito final.
Fora do campo, eles podem apenas se preparar para aqueles minutos. Tirando isso, são tão torcedores quanto nós.
O time não perdeu porque foi mais simpático ou menos simpático. Não perdeu porque deu mais entrevista ou menos entrevista. Não perdeu porque foi marrento ou humilde, discreto ou falastrão. Não perdeu porque foi sério ou brincalhão. Assim como não ganharia por nenhum desses motivos.
Perdeu porque perdeu. Dentro de campo, o adversário foi mais eficiente, deu mais sorte, seja o que for. Mas a derrota foi dentro de campo. Não levamos um gol da vida e outro gol da Holanda. Levamos dois gols da Holanda.
Os gols da vida são contados para o jogo da vida. Os gols do futebol são contados para o futebol. E que ninguém venha misturar as coisas.

4 de julho de 2010

Não sou muito a favor de várias coisas que a emissora Globo transmite e impõe mas vou concordar que o texto lido no Fantástico de hoje-sobre a perda do Brasil na Copa, é claro-foi maravilhoso!
Infelizmente, ainda não caiu na internet pra eu poder postar aqui e, também, meu videocassete não estava gravando o programa. Resume-se em citar alguns fatos que não influenciaram na nossa perda mas o que me chamou a atenção foi o final que era mais ou menos assim:
"Não tomamos 2x1 da vida, o gol foi da Holanda"

Gente, vida que segue
Segue a flecha
Vou deixar registrado aqui que:
Acho muito dígno o Maradona abraçar, beijar e incentivar os jogadores argentinos.
Gente, chega desse jeito Dunga dung de ser.

3 de julho de 2010

Brasil perde a Copa do Mundo na África.
É eliminado nas quartas de final para a Holanda

Quem vai deixar de ser brasileiro?
Não muda nada, muda?

30 de junho de 2010

Sobre mim

De todas as minhas vitórias, de todos os meus fracassos, das minhas tentativas e frutrações, aprendi que devo fazer por mim mesma, sem esperar que façam por mim pois esse dia nunca chegará.

De todos os meus sonhos, meus pesadelos e insônias, sei que de todo mal estar surge um bem querer.

De toda minha valentia, de todo meu medo, meus anseios e inseguranças, conclui que melhor do que vencer a guerra é enfrentar o guerreiro dentro de si prório.

De todo meu coração, amo infinitamente.
De todo meu corpo, chego a exaustão.
De toda minha alma, elevo.

Sei que melhor do que fingir, é ser.
Melhor do que esperar, é fazer.
Melhor do que falar, é ouvir.

Pois sempre que a boca fala, ouvidos escutam.
E se for para ouvir,
que seja a voz do coração.

Por Mim

26 de junho de 2010

South Africa is one of the countries with the biggest biodiversity, culture, ores, oil and it is poor do you know why?
Because we want.

To tell you the truth, it's quite inadmissible how stupid people can be nowadays.
Let's open our eyes and see the importance of recognizing the past, if everybody had in their minds what those people did for us, what they suffered and how their culture was dismantled, we could be more thankful.
Patriotismo somente em época de Copa do Mundo

É O FIM!

29 de maio de 2010

Esperança - Mario Quintana

Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...

21 de maio de 2010


O homem sem temeridade motiva-se a ir mais além. Enfrenta os desafios com confiança e não se preocupa com o pior. O medo pode ser constante, mas o impulso o leva adiante. Coragem é a confiança que o homem tem em momentos de temor ou situações difíceis, é o que faz viver lutando e enfrentando os problemas e as barreiras que colocam medo, é a força positiva para combater momentos tenebrosos da vida. Platão, correlaciona coragem, razão e dor. A Coragem é o uso da razão a despeito do prazer. Coragem é ser coerente com seus principios a despeito do prazer e da dor.

20 de maio de 2010

O quarto

É um quarto escuro. Não há janelas abertas, frestas, correntes de ar. Você está nesse quarto, preso. Está com fome, com sede, não há ninguém para tirá-lo daí. Você pode escutar o barulho dos carros lá fora, crianças brincando, o sorveteiro passando na rua. Você grita para que alguém lhe resgate mas ninguém te ouve, você tenta mais uma vez mas ninguém lhe corresponde. Você pensa em dormir para que o tempo passe mas a fome te impede.
Está começando a se cansar, está suado, com sede e tudo o que mais deseja é sair desse lugar, poder correr, tomar um sorvete, conversar com os amigos lá fora. Mas como sair desse lugar o qual mal se pode ver o que está a um palmo dos seus olhos?
Você decide dar alguns passos, cuidadosamente, pelo lugar. Toca uma parede, desliza a mão pela superfície e encontra um interruptor. Esperança invade seu coração, você tem a chance de apertá-lo, a luz se acender e finalmente poder encontrar uma saída desse quarto. Você tenta uma vez, tenta duas, mais uma... a luz deve estar queimada.
Continua a deslizar a mão pela parede e toca uma vela mas achar um fósforo para acendê-la será muito difícil no meio dessa escuridão. Você desiste.
Dando mais alguns passos, chuta algo, é uma lanterna, você tenta ligá-la mas está sem pilha.
Está cansado, talvez já esteja aí por uma hora e o pior: mal sabe como foi parar aí.
Mais alguns passos e você esbarra numa espécie de escada, pode sentir os degraus. Perigosamente, sobe na escada. Sobe um degrau, dois, três... a escada parece não ter mais fim. Finalmente chega no seu topo. Pode ver uma feixe de luz. Aproxima-se. Empurra o que está na sua frente e uma janela abre-se.
A luz invade o quarto, quase cega seus olhos. Mas há algo de estranho, você conhece esse lugar. Da onde? Quando esteve aqui? Por quanto tempo?
Esse quarto é sua própria vida, muitas vezes escura e vazia. São nesses momentos em que você precisa dos verdadeiros amigos para mostrarem-lhe uma saída, uma solução, uma ajuda para seus problemas.
Quantas pessoas são como a lanterna, a vela e o interruptor? São fontes de ajuda, de bem-estar e companherismo mas nem sempre possuem real interesse em ajudar-te, em estar contigo quando for necessário, até mesmo quando estiver cansado e não tiver nada para dizer mas apenas um abraço para confortar. Esses são os nossos colegas.
Mas, quantas pessoas são como a escada? Quantos deixam que subamos em suas costas para alcançarmos o topo? Quantos indicam uma direção? Quem isso faz, são os nossos amigos. Fontes de virtude, não precisamos pedir sua ajuda, eles sempre estarão no mesmo lugar, apontando para a mesma direção. A direção de ser feliz, de ser companheiro, de vencer junto, cair junto mas o mais importante: nunca desistir de encontrar a luz da vida, a saída para os problemas.

Pois toda janela abre e fecha-se quando queremos.

15 de maio de 2010

Deixo registrado aqui que:
SEU JORGE ONTEM EM AMERICANA FOI MUTXO BOOOM

o cara manda muito bem

14 de maio de 2010

Viagem ao centro de si

Para viajar, não é necessário fazer malas, comprar passagens, alugar um hotel e fazer um roteiro. Apesar de entusiasmarem qualquer um, não faz a viagem ser inesquecível. Para algo ser vivo em nossa mente, basta ser intenso e querer revivê-lo sempre. Admirando, em minha cama, a foto do primeiro homem a pisar na Lua, minha viagem iniciou-se.
Em segundos, estava no satélite natural da Terra, Selene parece um pedaço de queijo-desses bem furadinhos- e eu um grão de sal no mar do céu. A Terra assemelhava-se a uma bola tingida de verde e azul-mais azul do que verde- as misturas das cores eram indescritíveis e eu mal poderia acreditar nos meus olhos.
Meu lugar reservado na Lua era mais provilegiado do que qualquer cadeira número um para assistir ao show do meu ídolo preferido. Lá não havia barulho, estava em paz comigo mesma, finalmente, consegui estar sozinha por um tempo do qual não sabia a duração.
Queria explorar novas vistas, quem sabe as galáxias? Uma grande explosão de luminosidade chamou-me a atenção e desviou-me o olhar da Terra. Havia centenas, milhares, bilhões, infinitos pontos a cintilarem no céu, parecia sorrirem para mim.
Peguei carona em uma estrela cadente e parei em Marte. Por lá, estava tudo vazio e tranquilo. Gritei. Ninguém correspondeu-me. Fui para Júpter e sentei-me, estava fascinada. Desse planeta pude ver Saturno e seus anéis, a minha maior paixão.
Quando estava na Terra, sentia-me como eles: sempre em órbita, seguindo uma mesma direção, misturada a outros satélites, a outras pessoas, tentava seguir um rumo diferente, mas era atraída de volta por motivos que imagino. Talvez tenha passado-se uma hora, três horas ou um dia inteiro, mas eu continuava a observar Saturno com sua beleza.
Mais ao longe, bem distante, estava Plutão quieto e sozinho. De repente, tudo começou a tremer: as estrelas caíram sobre minha cabeça, os planetas foram sumindo um a um, escorreguei e flutuei pelo espaço. Quando tudo acalmou-se, estava deitada em minha cama com a fotografia em mãos.
Foi uma viagem inesquecível e hoje entendendo o propósito dela, pude refletir quem sou. Não me pareço com os satélites de Saturno, pois fujo da órbita, mas sei onde estou. Na verdade, sou Plutão. Às vezes, sinto-me sozinha, mas gosto de que pensem ser eu simples e sem importância. Assim, posso crescer e seguir minha vida como quero, sem grandes alardes e repercussões, também posso errar sem receber grandes acusassões.
Espero poder revivê-la, não para saber como sou-pois isso descobri-mas para saber porque sou.

23 de abril de 2010

Que saudades daqui!
Juro que não vou abandonar, em breve to postando!
Estudos, correria, sácomé...

27 de fevereiro de 2010

Eu não vou mudar não, eu vou ficar são, mesmo se for só não vou ceder. Deus vai dar aval sim, o mal vai ter fim e no final assim calado...

...Eu sei que vou ser coroado
Rei de mim

20 de fevereiro de 2010


Não quero um amor prisioneiro, quero um que me dê asas e alcance terras jamais vistas.
Não quero um amor inseguro, quero um amor certeiro, concreto e sem dúvidas.

Quero um amor que ultrapasse o tempo, distância, divergências...
Que ao menos seja eterno.


Não quero um tempo veloz, quero um que seja brando e paciente.


Quero um amor que seja brando e paciente,
Quero um tempo que seja eterno.

9 de fevereiro de 2010

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma,


Eu sei, a vida não pára.

Enquanto todo mundo espera a cura do mal,
E a loucura finge que isso tudo é normal


Eu finjo ter paciência.


O mundo vai girando cada vez mais veloz,
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós


Um pouco mais de paciência.

4 de fevereiro de 2010

O meu guerreiro

No momento pra mim o que tá sendo mais difícil é controlar o guerreiro que mora dentro de mim. Ele tá louco pra combater, louco pra tomar qualquer atitude que seja, na verdade ele quer fazer qualquer coisa que ocupe o seu tempo e o faça parar de pensar no que está por vir.
Mas ao mesmo tempo meu guerreiro tá cansado, tá preocupado, tá inseguro...
Que sensação mais estranha essa: ele ainda tem esperanças mas também não quer acreditar muito nelas com medo de se iludir.
Porém o meu guerreiro tem certeza que se esforçou, que deu seu melhor, preparou-se para a batalha e tá só esperando, ansiosamente, o fim dessa chegar. E finalmente poderá dar um grito de vitória ou então começar sua nova preparação, para uma nova batalha.
E essa, ah! Para essa batalha ele estará mais forte e confiante, determinado... como sempre.

(Em resposta a um depoimento que recebi da minha irmã Flávia que eu amo muito, esse amor não tem comparações e nem fim)

25 de janeiro de 2010

prefiro palavras cruzadas

Nova moda do momento:
Ter um "tuíter" super visitado e um "formsummer" cheio de perguntas toscas e respostas pelas quais o cara tenta apresentar-se intelectual.


Moito bacaninha

5 de janeiro de 2010


eu até gostaria de desabafar aqui, mas to esgotada;
mente tá um turbilhão e nessas horas chegam em mim os sentimentos que eu não queria sentir.
É só.
Espero que tenha sono essa noite

3 de janeiro de 2010